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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

O Iluminado

Danny Torrance não é um menino comum. É capaz de ouvir pensamentos e transportar-se no tempo. Danny é iluminado. Será uma maldição ou uma bênção? A resposta pode estar guardada na imponência assustadora do hotel Overlook.

Em O iluminado, quando Jack Torrance consegue o emprego de zelador no velho hotel, todos os problemas da família parecem estar solucionados. Não mais o desemprego e as noites de bebedeiras. Não mais o sofrimento da esposa, Wendy. Tranquilidade e ar puro para o pequeno Danny livrar-se das convulsões que assustam a família.

Só que o Overlook não é um hotel comum. O tempo esqueceu-se de enterrar velhos ódios e de cicatrizar antigas feridas, e espíritos malignos ainda residem nos corredores. O hotel é uma chaga aberta de ressentimento e desejo de vingança. É uma sentença de morte. E somente os poderes de Danny podem fazer frente à disseminação do mal.

Já faz um tempo que estou para ler este livro, finalmente terminei. Conheci essa história quando tinha uns... acho que 9 anos, tinha uma locadora em frente de casa e vi a fita para alugar, eram duas fitas e o filme era longo, só mais tarde eu descobri que havia outro filme de 1980.

Stephen King nos conta a história da família Torrance, que vai para o hotel Overlook, no topo de uma montanha gelada, para cuidar dele quando a temporada é fechada. Jack tem um problema com álcool, e depois de um acidente com o filhinho, jurou nunca mais beber, porém... o hotel Overlook, no meu ponto de vista, é um lugar energeticamente pesado, por conta do seu histórico: muito dinheiro envolvido, festas, orgias...talvez, assassinatos, gangsters... Só coisa boa hein? Enfim, passar de Outubro a Maio confinados em um hotel deserto, só com você e sua família. Será que o isolamento leva a pessoa à loucura ou o hotel tem uma força maior sobre a pessoa? No caso, os Torrance.
O livro é dividido em 5 atos e quase 60 capítulos. Antes de começar, Stephen King colocou um trecho de A Máscara da Morte Rubra, de Edgar Allan Poe, no começo do livro, como eu nunca li nada do Poe, não tenho como comentar, mas durante toda a história Jack vive repetindo em sua mente "E a Máscara da Morte Rubra dominava tudo!", se vocês lerem irão entender. Achei muito bom o livro e recomendo.





Em 1989, Stanley Kubrik adaptou O Iluminado para o cinema, até hoje tem uma grande repercussão, muitos falam que é o melhor filme adaptado, mas eu tenho as minhas dúvidas. Em questão de fidelidade ao livro, esquece, ele é pouco fiel, fora que tem cenários e cenas que não existem no livro. A atriz que fez Wendy é péssima, feia, fora que colocaram ela como morena e não loira. Pra mim o filme só vale por causa da atuação do Jack Nicholson, muito boa! E de alguma cenas também como a de Danny andando no triciclo e dá de cara com as meninas mortas. Stephen King odiou a versão do Kubrik e Jack Nicholson prometeu nunca mais trabalhar com Stanley.

Em 1997, foi filmada uma mini-série do O Iluminado, muito boa e bem fiel ao livro. Para a TV, foi dividido em três episódios, mais tarde foi lançado em VHS (quando eu aluguei) com quase quatro horas e meia de filme. Cada detalhe do livro foi exibido nessa versão, não é a toa pois tem o dedo do Stephen King aqui, se não me engano ele é produtor executivo, diretor assistente e still photographer (não sei o que é). Se quiser ver algo fiel ao livro, veja esta mini-série, mesmo sendo longa, compensa. 







Estava assistindo, e na parte da festa vi o maestro da banda. Acho que é o Stephen King, o que vocês acham? Não se parece com ele?

Ah, eu só comecei a ler O Iluminado agora porque este mês, dia 24, vai lançar fora do Brasil a continuação, se chama Doctor Sleep. Talvez só saia aqui ano que vem pela Suma de Letras.


sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Templária

Aedra, aos 12 anos, nem imaginava o que viveria naquelas férias escolares: a descoberta de uma cachoeira de fogo que é a passagem para os Reinos de Zeus, Hades e Poseidon.
E de uma cidade, fora dos limites dos três Reinos, que não pertence a nenhum dos mundos, onde um Livro de Assinaturas garante o Livre Arbítrio e um mistério envolvendo A Divina Comédia precisa ser resolvido.

Quando recebi o livro, sorteio do Livros & Rabiscos, sinceramente, não me animou muito, resolvi deixar de lado. Bom, até que semana passada resolvi pegar pra ler.
Logo no começo já achei um pouco clichê, a menina vai para o casarão dos avós e alguma coisa acontece, só que, o que me pegou foi que ela foi para o plano astral sendo uma mortal, eu não esperava isso. Me animou um pouco, pois tem um pouco do lado espírita nisso. Templária é uma cidade onde as pessoas vão para assinar o Livro de Assinaturas para continuar sua evolução, aquelas que não estão preparadas para continuar sua jornada, ficam em Templária até se sentirem, e então assinar o livro. Só que com a chegada de Aedra, todo o equilíbrio universal do plano espiritual foi alterado e agora ela tem que resolver isso.


A história foi escrita por Marília Lovatel e Matheus Lovatel Pena, lançado pelo selo "Novos Talentos da Literatura Brasileira" da Editora Novo Século. A leitura não é difícil, tem muitos capítulos, porém curtos de no máximo seis páginas cada. O livro é dividido em quatro partes: Templária - Cidade Estação, Chuva no Inferno, Guerra no Purgatório e Portal do Paraíso. Durante o livro eu percebi que essa história poderia ser mais desenvolvida e dividida em quatro livros, com certeza daria uma ótima série.


quinta-feira, 25 de julho de 2013

A Zona Morta

Johnny Smith é um homem que sofre por possuir um estranho poder: ao tocar em uma pessoa, torna-se capaz de prever seu futuro. A origem desta capacidade está ligada à chamada "zona morta", uma área do cérebro de Johnny que não conseguiu se recuperar após um acidente de automóvel que o deixou em coma. Mas, ao tocar a mão de Greg Stillson, Johnny descobrirá que seu poder é muito mais perigoso do que imagina.

Acho que a Zona Morta foi um dos livros mais legais que já li. Um livro que me prendeu a atenção, teve dias que eu lia 100 páginas (apesar que é um pocket book, mas e daí?), ansioso pra chegar logo o final, que me surpreendeu.


Tudo parece se encaixar e na hora certa: o acidente de Johnny, a recuperação, o desenvolvimento do "terceiro olho", a mãe que ficou fanática religiosa por causa do acidente do filho, na verdade ela chegava a ficar insuportável, o pai (coitado) tendo que aguentar as loucuras da mulher, e vários outros problemas que aparecem no caminho de Johnny. Os assassinatos em Castle Rock me seguraram bastante, eu pensando que o assassino era uma pessoa e na verdade era outra, pode ser que minha leitura me confundiu, não sei.
O livro é dividido em quatro partes: Prólogo, A Roda da Fortuna, O Tigre Risonho e Notas da Zona Morta.
Apesar de só ter lido dois livros do Stephen King, esse foi o mais legal que li até agora.

Em 1983, saiu um filme baseado no livro, com Christopher Walken, conhecido no Brasil como "Na Hora da Zona Morta". A história é a mesma (duhhh), mas algumas coisas mudaram pro filme não ficar muito longo. Achei que a atriz que fez o papel da mãe de Johnny atuou muito mal, Walken atuou bem como Johnny, só achei que ele deveria ter melhorado um pouco suas expressões faciais na hora das visões. No livro, eu imaginava Johnny segurando forte o objeto ou a mão da pessoa e com o olho fixo ficasse olhando para o nada, mexendo pouco a boca e de um jeito macabro, mas não foi bem assim como aconteceu. Senti falta do Chuck grande, do acidente no Cathy's, mas...é uma adaptação. Eles mexeram em algumas coisas na história pra deixar mais dramático e no fim: casou! Sinceramente, é uma boa adaptação, claro, o livro oferece uma experiencia mais completa, mas o filme não se desvia muito do livro.



Também saiu uma série de TV baseada no livro em 2002, o SBT chegou a exibir com o nome "O Vidente". Eu não assistia (achava ridícula a tradução, e ainda acho) e ainda não assisti, por tanto não irei comentar.




Leitura do livro recomendadíssima! A versão que eu tenho é a do Ponto de Leitura, da Editora Objetiva.



sábado, 6 de julho de 2013

Fuga do Campo 14


Eu nunca estive a par do que acontece na Coréia do Norte, só sabia que eles eram alguns malucos que não tinham o que fazer além se enviar falsos avisos de que vai atacar. Esse livro me mostrou o que aconteceu lá nesses anos passados, quando eu não tinha conhecimento que a Coréia do Norte existia, ou seja, quando eu era bem pequeno.

Mas este livro não conta exatamente a história da Coréia do Norte, e sim, a história de Shin In Geun, que futuramente mudaria seu nome para Shin Dong-hyuk, sobre como ele conseguiu fugir de um campo de concentração de trabalhos forçados. Dong-hyuk nasceu dentro do campo 14 e fugiu de lá aos 23 anos.


Escrito por Blaine Harden, depois de longas entrevistas com Dong-hyuk e pesquisas com quem conviveu com ele na Coréia do Sul e nos Estados Unidos. Harden relata as memórias do norte coreano, que vai desde a morte de uma coleguinha de 6 anos na escola, torturas a qual foi submetido, a execução de sua mãe e irmão, a sua fuga para China, sua ida à Coréia do Sul e finalmente o convite para ir aos Estados Unidos. Entre as memórias, Blaine nos conta o que acontecia na Coreia do Norte naquele momento. Kim Il Sung e Kim Jong Il fizeram um bom trabalho para alienar seu povo, fazendo-os acreditar que seu Grande Lider é o bonzinho da história, que a Coréia do Sul e os Estados Unidos são os vilões.

É um bom livro para saber o como funcionam as coisas por lá, chega a ser revoltante.

"Enquanto Hitler atacava seus inimigos, disse, Kim obrigava seu próprio povo a morrer de tanto trabalhar em lugares como o Campo 14."

Shin Dong-hyuk e Blaine Harden



sábado, 13 de abril de 2013

Ganhei no sorteio! 2

Muito feliz com o primeiro livro, resolvi participar de outro no Livros & Rabiscos e não deu outra, com muita sorte, não sei como, eu ganhei outra vez. 
O livro veio direto da Editora Novo Século, se chama "Templária - Cidade entre mundos" e conta a história de Aedra, uma menina de 12 anos, que descobre uma passagem para os Reinos de Zeus, Hades e Poseidon, e lá ela tem que salvar o Livro de Assinaturas e libertar o Dante Alighieri (Divina Comédia). Como ela vai fazer isso, eu não sei, só lendo para descobrir.
Foi escrito por Marília Lovatel e Matheus Lovatel Pena, mãe e filho.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Ganhei no sorteio!

Há algum tempo atrás eu participei de um sorteio no blog Livros & Rabiscos, como é raro eu ganhar um sorteio, participei por participar, porque... vai que eu ganho né? E não deu outra: ganhei! Nem eu acreditei, e agora o livro já está na minha prateleira. 

O livro se chama "Apocalipse Zumbi", do Alexandre Callari e saiu pela Editora Generale. Não sei onde se passa, nem em que época, só sei que deve ser sobre...um apocalipse zumbi. O livro é bem grossinho (pra mim), 333 páginas, junto vem um CD com a trilha sonora, musicas que foram escritas e compostas pelo próprio Alexandre.